Shamah                                                                                                                                Diante dos desafios colocados ao cristianismo do século XXI, o pastor Paulo César Coelho buscou implantar uma igreja que marcasse a sociedade, acima de tudo, com a manifestação da presença de Deus. Portanto, isto significava revelar a imagem de Cristo não apenas com palavras e estética, mas através da mudança de caráter e de atitudes que remetessem aos princípios da igreja apostólica, da igreja primitiva, da igreja de Pentecostes.

Em seus treze anos de existência, a Shamah, juntamente com outras denominações, procurou divulgar um tempo de avivamento. Tempo entendido pela igreja como um momento estratégico para o avanço de um cristianismo dinâmico, ativo e sensível às necessidades da alma humana, à luz de um evangelho afetivamente transformador.

Uma década dedicada à estruturação de um ministério equilibrado, eficaz e atual. Período voltado ao amadurecimento da visão e à formação de um corpo eclesiástico afinado à mesma, configurando assim uma clara identidade denominacional.

Em meio a muita dedicação e esforço, o crescimento da comunidade e o surgimento de uma geração de jovens líderes são os sinais do florescimento de uma grande colheita. Época que demanda, acima de tudo, uma estrutura e qualificação ministerial que suportem o peso de tal expansão.

A visão celular veio para contribuir com este processo. Uma visão fundamentada nos relacionamentos e preocupada com o firme propósito de ganhar, consolidar, treinar e enviar vidas, trazendo um novo tempo para a comunidade em mais uma década que se inicia.